segunda-feira, 11 de maio de 2009

Fim de Semana

Este fim de semana foi divertido.
Sábado fomos almoçar com minha mãe; domingo ficaria com minha avó.
Eu levei a comida, mas meu irmãozinho, Jorge, reclamou de tudo que fiz(a propósito Jorge, vá ser feliz!). Disse que o camarão ficou borrachudo, que o salmão estava mal cortado, que o queijo ralado estragou o macarrão(uso o faixa azul, único que tem um gosto de queijo, não chulé, e tem um preço bom). Entretanto, soubemos nos sair bem com as bebidas: tomamos vinho, whisky, vodka e ficamos ilesos!

De noite levei Lucas a um aniversário e fui a casa de Marlupe, onde comemos um frango delicioso, e tomamos cuba(pode ser bebida de velho, mas eu e Marcelo adoramos).

Domingo, almoço de mãe. Pegamos D. Iglacy(Marcelo's mama), fomos p Jaua.
Lá ganhei uma garrafa de vinho de meu pai(tinto seco, de uva shiraz, a que mais gosto) e levei um vinho da Rio Sol, melhor vinícola brasileira que existe!
Comemos pouca coisa: patinhas de caranguejo, feijoada, salada, filé de porco com maçã e batatas(obra de Cláudia, irmã de Marcelo).
De sobremesa, pudim de coco, feito por minha avó.

Foi um fim de semana de exageros gastronômicos, experimentações etílicas, mas muito legal!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

A gripe suína, o mercado e a vida

Pode até parecer um tema de tese de mestrado ou doutorado, mas não é, ainda. Estavamos eu e Dona Ester filosofando hoje pela manhã sobre a gripe do porco (denominação dela).

Entre outras coisas falamos sobre uma possível redução do preço da carne dele (o porco), sobre o tratamento dispensado as pessoas que podem estar contaminadas e como seria se assim de repente a gripe fosse diferente.

Acompanhem nosso pensamento: supondo que a gripe suína, -que já mudou de nome para tentar não afetar o mercado e agora deve ser chamada de influenza A (H1N1)-, fosse oriunda de uma cidade no interior da Bahia, tipo Nazaré das Farinhas, ou Feira de Santana. Pensem se o tratamento dado a um baiano pobre que está voltando de ônibus de uma dessas cidades seria o mesmo destinado aos infectados que retornam de Miami ou Guadalajara, ou Cancúm?!

Duvido muito que os nomes deles fossem mantidos em sigilol; no barato, Bocão ia mostrar o cara lá numa maca de ferro, no corredor de um hospital público, com uma máscara de pano cobrindo a boca e o nariz. Isso se não estivessem policiais e inspetores de saúde na entrada da cidade parando os onibus com termômetros retais, vendo se os passageiros tinham febre.
Ai daqueles que tivessem; seriam postos no fundo de um caminhão baú e mandados de volta para algum lugar onde não fosse registrado o caso.

Imaginei se fosse eu com a gripe, os amigos me procurariam (espero eu) e o governo diria: não se preocupem, Marcelo arrumou um emprego como montador de janelas em Angola, está lá ganhando muito dinheiro.

Mas pior seria a reação de Lila se eu vier a pegar uma gripe, seja ela Suína (H1N1, eu só conhecia H3N ácido de Lewis) ou não.
Seria quase assim:
- MARCELO com Própolis e Vitamina C aí, em cima da mesa, como você pega gripe?! Eu falei, tome isso!!! Você fica tomando chuva de moto e não se cuida!!! (rs) TAM

by MLMT

Herois

Nós, (residentes no mundinho azulado chamado Terra), precisamos desesperadamente de herois.
Ontem fiquei indignada com a cobertura feita pela Rede Globo da ida do Adriano para o Flamengo. Ele foi colocado como um heroi, que "salvaria" o mundo de todos os horrores!

Peraí gente; vamo com calma! O cara é um péssimo profissional, com diversos problemas relatados. Envolvidos com marginais, vive se envolvendo em confusão. Qual o heroismo dele?
Ganhar milhares de dinheiro e ser incapaz de ajudar a comunidade onde ele diz se recuperar e amar?! Sim, porque mostrou a tal comunidade na época que ele ficou desaparecido, e nem um campo de futebol decente ela tinha.

Bons profissionais da área de futebol foram Pelé, Socrates, Leonardo, Rai, Zico. Pessoas que além de saberem lidar com o dinheiro e a fama, reverteram parte dos ganhos para ajudar a comunidade e outros meninos de origem humilde como eles!

Foi-se o tempo em que jogador de futebol tinha amor a camisa e ao povo que os adora!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Preocupação ecológica...

Acabei de ver na televisão uma propaganda da Boticário, essa foi a segunda vez que a vi, na primeira tive a impressão que era alguma coisa meio abestalhada, pois perdi o começo da peça.

Agora porém assisti o comercial completo, abandonei a ideia de que é viagem psicodélica de algum maluco, mas me preocupa que não aparece a mensagem de que nenhum animal foi ferido na criação do comercial, assim o peixinho que aparece boiando no aquário foi assassinado.
by MLMT

Vivendo e aprendendo

Acho ótimo e incentivo sempre que posso o aprendizado das pessoas, mas fico preocupado quando uma pessoa aprende uma palavra nova e passa o dia repetindo sempre que tem oportunidade.

Mais preocupado quando a pessoa já passou dos 30 e a palavra é opcional.
by MLMT

terça-feira, 5 de maio de 2009

Salvador

Retornei para Salvador.
Cheguei no aeroporto e já senti que estava em casa: povo falando alto, mal-educado, um cheiro de muita gente que não conhece a palavra desodorante, homens mijando na rua, muitos mal-educados no trânsito, enfim; terra da alegria e da felicidade!
Para completar, hoje desabou a chuva na cidade, corregos estão transbordando, carros boiando, tetos do shopping e do hiper desabando e os ladrões se aproveitando para roubar!

sábado, 2 de maio de 2009

Identidade

Normalmente, quando preencho fichas, no campo profissão coloco administradora.

Sou, por formação acadêmica, administradora e publicitária.
Na vida real, eu sou do comercial.
Trabalho gerenciando equipe de vendas e o departamento de marketing. Sou um faz-tudo.

Lembro, quando mais jovem, meu pai me dizendo: "Seja uma generalista, saiba de tudo um pouco, e muito de uma coisa."
Entendi a parte de "de tudo um pouco". Me interesso por várias coisas, e consigo entender de muita coisa. Entretanto, nada me fascina de verdade.

Isso tem me incomodado; quero me fascinar por algo(profissionalmente), defender isso com unhas e dentes.

Neste momento não vejo nada que faça isso comigo.
Me sinto sem tribo, marginal mesmo.
A maré está passando e eu ainda não vi cardume algum que me interessasse a ponto de me fazer entrar na água.

Saudade

Ela estava em frente ao mar, olhava as ondas, as pessoas passando.
Uns levavam o rosto de felicidade, outros de preocupação. Tentava na verdade adivinhar o que se passava com eles.

Tinha esta mania desde pequena: de querer ter o poder de saber o que se passava nas cabeças das pessoas.
Ficava fazendo adivinhações no ônibus: aquele velho está com cara que foi deixado, se sente triste e só. A menina com cara de safada, na verdade está pensando em como dizer ao pai que não é mais virgem, precisava muito dele ao seu lado.

E assim ia, tentando adivinhar pensamentos.

Neste momento ela fazia isso em frente ao mar. Buscava repouso do pensar e ficava brincando de advinhar.

Do outro lado, ele em frente ao computador, pensando e remoendo conhecimento novos e antigos, tentando juntar os pontos e chegar a uma nova descoberta.

Neste momento, a menina na praia e o menino no computador pensaram na mesma coisa.

Pensaram em como seria bom ter alguém do seu lado, abraçar, olhar, dar risada com este alguém.
Pensaram um no outro.
Neste instante quase sentiram o perfume um do outro; se fechassem os olhos poderiam quase sentir o sabor nos lábios.

E aconteceu uma dorzinha, como um beliscão, mas que traz bolhas no estômago, que ofega e ao mesmo tempo acalma.

Deu-se a saudade.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Como disse antes, estou em Santos. Todo ano venho a esta cidade por conta de trabalho.
É uma cidade muito gostosa, arrumada, limpa, com uma energia boa e tem praia!

O problema é que a praia daqui é muito escura, os canais que cortam a cidade desaguam na praia e de manhã cedo fica cheio de pombo(rato de asas), quero-quero e até urubu. A prefeitura até tenta melhorar, mandando equipes limparem as areis, mas não consigo conceber nem pisar na areia descalça, que dirá entrar na água.

Tirando isso, é uma cidade maravilhosa, onde eu moraria facinho. Tem uma orla ampla, organizada, iluminada. Tem os típicos prédios torre de pizza, tortinhos, tortinhos, mas segundo o santista, não cai de jeito nenhum. Tem a ciclovia sendo respeitada por todos(que inveja! em Salvador, ciclovia é sinônimo de "pode fazer o que quizer aqui")

Sempre que venho também tem a "orgia" gastronômica do japonês.
Foi ontem; saimos da feira e fomos p resturante; comi feito um bichinho!

Quero vir a Santos ainda por turismo, não trabalho, e junto com Marcelo